quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Nego d' água (2013)

Sim, a Trupe também faz filmes! Essa série de três curtas em stop motion foi feita quando tivemos um projeto aprovado pelo Ministério da Cultura, no Edital Mais Cultura - Microprojetos da Bacia do Rio São Francisco.  Planaltina-DF faz parte dessa bacia, com as Águas Emendadas, nascentes que mais para a frente ajudam a compor o Velho Chico.

Nosso projeto: "Águas Animadas: curtas de animação sobre a bacia Rio São Francisco", três curtas feitos em stop motion (que é um tipo de animação quadro a quadro onde fotografamos cada "frame, ou seja, cada pequena mudança na cena e depois montamos para virar um filme), que possam compor uma mini-mostra a ser exibida em escolas, incentivando a conversa sobre o meio ambiente, a sustentabilidade e o próprio local onde se vive. Os filmes estão disponíveis em nosso canal no YouTube: https://www.youtube.com/user/trupeporumfio

Esse aqui conta a história do Nego D'água, homem que protege os rios de todos os perigos, inclusive dos homens se eles forem abusivos. A Trupe fez tudo: desde a concepção até a sonoplastia; nossa equipe: Cristian Paz, Diogo Oliveira, Iasmim Kali, Luciano Czar, Matheus Ribeiro e Wandré C. Silva.

Nota: Mundo Cão Filmes e Estúdio Heyokah são os aspectos cinematográficos e de design da Trupe Por um Fio. Na época havíamos criado essas divisões, pela vontade de fazer filmes e design, além do circo. Hoje optamos por usar a marca Trupe Por um Fio para todas as nossas criações, de qualquer área do conhecimento, por reconhecer que elas são muitas vezes indivisíveis, e complementares. E que uma Trupe, no fim das contas, é um punhado de artistas trabalhando juntos, seja o que for que inventemos de fazer da próxima vez!

Iasmim Kali

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Novo espetáculo



A Trupe está participando, desde o início deste ano, do Projeto Incubadora de grupos, do Espaço Cultural Pé Direito. O espaço fica na Vila Telebrasília e também é sede da Trupe de Argonautas. O projeto de incubação prevê espaço para ensaio e apoio técnico e financeiro para grupos iniciantes que trabalhem com mistura de linguagens (no nosso caso, circo, teatro, dança e música). Como resultado final, a apresentação de um espetáculo original. Nos apresentaremos nos dias 8, 9 e 10 de setembro. Vamos contar como está sendo esse processo colaborativo.

O ensaio de hoje rendeu muito. Foi bem proveitoso, pois todos apresentaram seus números e tivemos dois convidados especiais: Taiana, da Mitema Projetos Culturais e Soluções Sustentáveis e Daniel Lacourt, do coletivo Instrumento de Ver.

Começamos com um pique-tapa para aquecer: é um tipo de pique-pega onde, para não ser pego, você pode gritar o nome de outra pessoa da sala, que vira o pego (ou pegador) em seu lugar. Quem não for rápido o bastante leva o tapa, e vira o pego. Depois de um tempo, cada um começa a desenvolver sua própria estratégia de jogo. Só não vale gritar o nome de quem já está te perseguindo!

Depois fizemos um exercício que exige concentração e visão periférica aguçada: jogo de bastões, em círculo. Começamos com um, aumentamos a velocidade e depois adicionamos mais um. Caso o bastão caísse no chão, todos deviam pagar 10 flexões. No fim do exercício, havíamos feito 100 flexões! E  saímos bem mais concentrados. 

Cada um fez então seus alongamentos individuais e partimos cada um para seu aparelho: Drisana e Marley no trapézio, Dudu no tecido acrobático, Elisa na lira, eu no tecido, Ju Bê no trapézio, Mari Helou no banquinho chamado Bernardo, Mari Camargo no seu trapézio-corrente-marinho, a Joana D’Arc, Matheus no solo, Nancy e Nina também no solo, Nick no tecido. 

Em seguida, iniciamos as apresentações, bem na hora que o Daniel chegou. Algumas pessoas apresentaram pela primeira vez para o grupo, outras pela segunda. Muitas coisas novas, surpresas, e já houve mudanças do último ensaio para hoje. Aos poucos os números estão se acertando. Ao final nos reunimos para ouvir os comentários valiosos do Dan e trocar algumas ideias entre nós. Começam a surgir ideias de sonoplastia, de figurino...

Terminamos todos bem encaminhados, cansados, com a vontade de continuar ensaiando para limpar bem cada detalhe do número, tirar o que sobra, e enfatizar o que funciona bem. Agora começamos a visualizar o espetáculo se formando: um amálgama das formas peculiares com que cada um de nós entende e interpreta a violência. Do horrendo ao sutil. Aguardem novidades!
Os ensaios continuam! Foto de Iasmim Kali

domingo, 3 de agosto de 2014

Treino de 03 de agosto de 2014

Hoje o ensaio foi dividido em três partes. Na primeira, Luciano passou alongamentos e um exercício em duplas, onde o objetivo era integrar os seus movimentos aos do outro. Uma variação era atravessar o espaço movimentando-se com a dupla. Depois, atravessamos o espaço com várias flexões e pulos, e caminhando na parada de mãos (com ajuda da dupla!). Quem ainda não conseguiu esse último, treinou parada de mãos na parede, tentando deixar as mãos bem juntas da parede e as costas retas.

Na segunda parte, Nick passou uma série de exercícios para criação de sequências. Em um deles, ficam todos em círculo, em pé, e estabelecemos contato visual com alguém, trocando de lugar com a pessoa logo em seguida. Numa evolução desse exercício, ao trocar de lugar a dupla realizava um giro no centro da roda, segurando-se pelo braço, e completava a caminhada. Depois, caminhando pelo espaço, ao trocar olhares com alguém, girávamos juntos e continuávamos a caminhada. Uma variação do giro era fazê-lo utilizando o ombro como ponto de contato, e, posteriormente, qualquer parte do corpo. Importante: contato visual primeiro, giro depois. Em seguida, definimos duplas e girávamos só com essa pessoa. O próximo passo foi movimentar-se livremente com a dupla, sendo um em nível baixo e outro em nível alto; experimentamos trocar de nível e movimentar-nos perto e longe da dupla, sempre mantendo contato visual. depois, outra sessão de atravessar o espaço dessa forma, alternando níveis e experimentando movimentos em conjunto.
Novamente em círculo, dessa vez agachados, uma dupla ou trio estabelecia contato visual e entrava na roda, movimentando-se em conjunto sem se tocar. Por fim, um exercício de contato,em duplas: um deitado de bruços sobre o outro, sem apoiar na cabeça, ombro, joelho e pé (joelho e pé!), o de cima explorando movimentações sobre o corpo do outro.

Na terceira e última parte, Cristian relembrou conosco as duas sequências do treino passado. Em seguida, pediu para que fizéssemos cinco movimentos cotidianos, que foram os seguintes: lavar a louça, arregaçar as mangas, abrir a porta, mandar mensagem pelo celular e andar de bicicleta. O próximo comando era atravessarmos o espaço durante o tempo de uma música (5 minutos), explorando esses cinco movimentos. Sem voltar atrás no espaço nem no movimento anterior. E todos mudando de movimento mais ou menos ao mesmo tempo. Demoramos duas músicas, uns 9 minutos, e depois refizemos o exercício, dessa vez em 5 minutos e podendo voltar ao movimento anterior. Com mais liberdade, criamos em cima dos movimentos, sozinhos, em dupla, nos diversos níveis. Legal como uma ação cotidiana pode inspirar tantos movimentos!
Ao final, Cristian conversou sobre algumas mudanças no roteiro, iniciamos a conceituação do figurino e como lição de casa ficou a pesquisa para o personagem de cada um!

Até a próxima!

sábado, 18 de janeiro de 2014

Treino do dia 16/01/2014

Neste dia fizemos um treino ao modo dobradinha, sendo primeiro o treino do espetáculo de bonecos "O Avesso da Cartola" e em seguida do espetáculo de dança.
Começamos o treino com exercícios de aquecimento/alongamento do objeto cênico do espetáculo de bonecos, o próprio corpo, pois se trata de um espetáculo de teatro de boneco corporal. Em seguida começamos alguns exercícios de foco, que é um dos pontos essenciais na manipulação de bonecos e foram acrescentados a interação cênica entre os objetos(partes do corpo) manipulados. Num momento seguinte houve a criação de bonecos com utilização de objetos, ainda levando em consideração o foco, mas agora o exercício também dava importância ao trabalho de sincronia do grupo. Ao fim deste ensaio nos focamos em algumas mágicas como exercício de possíveis criações de cena e as mesmas foram apresentadas por fim ao "diretor" Luciano Czar.
Alguns minutos após o treino de bonecos veio o treino do espetáculo de dança. Contando com o mesmo coeficiente de integrantes do treino anterior, iniciamos com o tradicional aquecimento de sebo nas canelas(nas coxas, nas costas, enfim, no corpo todo) e alongamento, pra não perder o pique. E o propositor dos exercícios de dança, e também "diretor" Cristian Paz, começou a nos passar uma série de exercícios de dança, percepção do corpo,  das movimentações do corpo, de interação com o outro e com o público. Fizemos uma conversa entre nós com debates sobre os exercícios e as percepções de cada presente foi ouvida e complementada/agregada ou debatida.
Cada treino tem sido um aprendizado enorme, visto que não entendo quase nada de dança e vejo o saldo do treino de forma positiva.


Observação pessoal.: quando grifo entre aspas o termo diretor, quero dizer que é quem propõe-se como diretor(a) do espetáculo, mas que ao mesmo tempo o que ocorre é um processo conjunto de criação e direção.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Ensaio 12/jan/2014




"Eu só queria dizer, que... Eu não queria falar, mas já que tenho que dizer, eu vou falar."


O ensaio de hoje foi um misto muito interessante, como vários outros, de descontração e desenvolvimento pessoal. Orientados pela preparação (Aquecimento e alongamento) de Luciano Czar e direção de Cristian Paz, nós revisitamos exercícios cujo objetivo era compreender os "caminhos" do movimento, permitir a nós mesmos uma pesquisa maior em termos de planos, fluência e velocidade, e a transição entre estes aspectos. Existe um nível de liberdade nesse processo que me deixa a vontade para explorar cada vez mais as possibilidades de movimentação do meu corpo e que, por outro lado, me faz pensar se não estou fazendo coisas que fogem da proposta dos exercícios, indagação esta que o Cristian responde com “Faça! Depois veremos!”, assumindo o caráter processual do seu projeto de direção.

Entre os exercícios praticados tivemos corridas, flexões, saltos e abdominais, como aquecimento e uma sequência não muito leve de alongamentos. Ao iniciarmos os exercícios com o Cristian trabalhamos a percepção grupal, marca registrada em alguns ensaios, dispostos em um círculo os integrantes tinham que aumentar e diminuir o tamanho deste círculo objetivando mantê-lo o mais alinhado possível, repetimos este mesmo exercício com os olhos fechados procurando forçar os outros sentidos ao máximo e chegar ao mesmo resultado, não  chegamos. Os exercícios seguintes foram de concentração e criação de movimentos através de diversas matrizes, horas com estímulos externos e horas “sem” estímulos, deixo o “sem” dessa forma pois acredito que ausência de estímulos, músicas e comandos, também pode ser uma forma de busca da nossa própria expressão através da dança.

Para finalizar o ensaio, foi apresentada uma pesquisa, bastante resumida, sobre alguns dos grandes nomes da dança moderna e contemporânea, entre eles: Loïe Fuller, Pina Bausch, Anna Halprin, Merce Cunningham, Rudolf Von Laban, Mary Wigman, Emile Jacques Dalcroze, Martha Graham e Isadora Duncan. O objetivo em tomar contato com as obras de tais coreógrafas (os) é estimular a criação de vocabulário gestual, para que aqueles que se interessarem possam aproveitar essas referências em seus processos pessoais de criação coreográfica e de personagens.

Nickolas Randall

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Sobre o tema de um espetáculo



Tivemos nesta quinta feira, dia 09/01, um ensaio diferente do que havia sido planejado; tal mudança ocorreu devido a curiosidade de alguns pela ideia geral do espetáculo que ainda não havia sido exposta. Me preocupava com isso, pelo medo que tais informações pudessem afetar ou impedir um trabalho mais espontâneo da parte dos atores; que os mesmos fossem buscando resolver problemas antes da hora ou tentando se encaixar, a cada passo, na ideia já definida. Há um longo caminho até o inicio da organização do espetáculo em si e até lá, não gostaria que nada fosse descartado, ou que tivéssemos um modelo rígido a seguir.

Ficamos pouco mais de uma hora trabalhando. Tivemos em um primeiro momento o aquecimento e alguns exercícios para nos alongarmos e, dando sequência, um exercício de criação com base em alguns bilhetes que foram sorteados anteriormente. Cada qual com uma indicação, na ideia de aplicar o que vinha sendo experimentado pelos atores em uma cena.

Mesmo tendo aproveitado pouco do tempo, o resultado do ensaio me agradou; as cenas que vi mostraram algumas coisas que já se relacionam em vários aspectos com a proposta, mesmo que isso não tenha sido exigido de ninguém. Me surpreendi positivamente com o modo como as coisas foram abordadas; talvez agora com os caminhos mais claros, consigamos ser mais conscientes de nossas escolhas, e acho que a variedade de ideias não será comprometida e o processo criativo não será limitado por ele. E se por acaso isso acontecer é algo simples de ser resolvido.

Como o tema é apenas um direcionamento, quem é que sabe do que iremos falar realmente.



Cristian Paz.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Primeiro treinamento do ano!

Treinamento de hoje!

A Trupe está preparando um espetáculo novo, desta vez dirigido por Cristian Paz, estudante de Dança no IFB (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília). Hoje foi o terceiro treino desse novo espetáculo. Descrevo a seguir um pouco do que fizemos hoje.
Mike de Brito começou com a preparação de atores. Fizemos:
  1. aquecimento com malabares: cada um escolheu um tipo de malabar: bolinhas, devil stick, swings e argolas;
  2. alongamento, flexibilidade, flexões, abdominais e exercícios de fortalecimento das pernas: fizemos 15 flexões fechadas e 10 flexões abertas, intercaladas com pulos, abdominais laterais em dupla, abdominais de elevação das pernas, 3 pontes de 10 segundos cada uma, exercícios de flexibilidade das pernas em dupla (abertura frontal e espacate) e alongamentos de tronco, pescoço e pernas.
 Em seguida, Cristian Paz iniciou os exercícios de dança:
  1. consciência do próprio corpo: iniciamos caminhando pelo espaço e nos sensibilizando para com nosso próprio corpo e estímulos externos;
  2. movimentos circulares: cada um buscou várias formas de produzir movimentos circulares, com as diferentes partes do corpo, nos níveis baixo, médio e alto (no chão, em um nível intermediário e em pé);
  3. movimentos soltos (com parada repentina): cada um buscou movimentar-se de forma que um movimento inicial, partindo de uma parte do corpo, fosse seguido pelo resto do corpo, de forma espontânea e inercial; às vezes, Cristian pedia que parássemos na pose em que estávamos (entenderemos porque no próximo exercício);
  4. movimentos conscientes/corpo tensionado, fluidos e quebrados (com parada repentina): dessa vez, procuramos nos movimentar com plena consciência do movimento e posição de cada parte do corpo, diferentemente do exercício anterior. Novamente Cristian nos pedia para parar na pose em que estávamos, mas dessa vez deveríamos estar bem mais seguros (e confortáveis) em cada pose, já que deveríamos tê-las planejado durante a movimentação;
  5. perceber o vento: todos em pé, de olhos fechados, buscamos agora perceber os estímulos externos: os sons, o vento na pele, a textura das roupas, o contato dos pés com o chão;
  6. movimento a partir do vento: a partirdo que percebemos no exercícios anterior, começamos a nos movimentar de acordo com o vento;
  7. movimento a partir do vento em dupla (um por vez): nos movimentamos de acordo com o vento (e ideias do vento), agora em duplas; uma pessoa movimenta-se e para em uma pose consciente e expressiva, e, logo que pare, a sua dupla deve iniciar movimentação, parando quando queira, e assim sucessivamente. É importante perceber aonde está sua dupla, o que ela está fazendo, e, principalmente, quando ela parou a movimentação, exercitando novamente a percepção;
  8. movimento a partir da respiração: agora nos movimentamos de acordo não mais com o ar externo, mas com o ar interno: nossa respiração. A inspiração e expiração deveriam dar início aos movimentos;
  9. movimento a partir da respiração em dupla (um por vez): em duplas, continuamos o exercício anterior, novamente movimentando um de cada vez;
  10. compartilhar o movimento em dupla: pudemos perceber, na movimentação das duplas (eram duas), o uso do toque, diferenças de tempo de movimentação de cada pessoa (que era livre) e no contraste entre esses tempos, e a narrativa que se constrói - ou seria possível construir. Comecei a perceber as possibilidades da dança na construção de cenas e no contar de uma história;
  11. ser guiado: agora, novamente em duplas, uma das pessoas deve fechar os olhos e se deixar ser guiada pela outra, com o mínimo de contato, de apenas um dedo. Pode-se correr, levar a pessoa a se aproximar de objetos, pisar em solos com texturas diferentes e caminhar em ambientes com diferentes níveis de iluminação. Com a retirada de um sentido como a visão, os outros sentidos, como o tato e o olfato, aguçam-se, ampliando a percepção mais um pouco. Este exercício também trabalha a confiança e a responsabilidade;
  12. sensações: cheiro, textura, contato, vento: duas pessoas ficaram de olhos fechados enquanto as outras as estimulavam de diversas formas: com toques, vento, cheiros bons e ruins, barulhos e sustos; enquanto isso, as pessoas de olhos fechados deveriam perceber como seu corpo reagia a cada um dos estímulos, movimentando-se o tanto que quisessem; em seguida, trocam-se as pessoas de olhos vendados;
  13. chamar atenção da plateia/reação à hostilidade: por último, um exercício para percebermos como agimos diante de um público hostil. Dividimo-nos em dois grupos, e a única indicação dada era de metade do grupo dançar de olhos vendados para o público - a outra metade -, tentando chamar o máximo possível de atenção para si. No entanto, as pessoas que dançavam recebiam "ataques", tanto de objetos jogados contra elas - bolinhas de papel, panos - como da plateia - risos, indiferença, parar de assistir e ir fazer outra coisa. Cada um teve a oportunidade de perceber qual a sua reação e refletir sobre isso.
Encerra-se assim o treino. Temos: a ampliação da percepção, o reconhecimento de mais possibilidades de movimentação, o início da exploração da movimentação em duplas, uma maior consciência dos atributos de  velocidade, amplitude e qualidade do movimento e das possibilidades criativas da manipulação consciente destes atributos, além da reflexão sobre a atitude pessoal perante um público hostil e perante a movimentação cega, guiada por outra pessoa.

Iasmim Kali